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13 de jun. de 2011

Capa Contracapa #4

                  E que tal um pouco de "capas nacionais"? Eu achei uns trabalhos muito bons, espero que gostem.

Cinco Contra Um

Beto Silva
Objetiva
Literatura Nacional/ Humor

A espiral começa logo depois de um futebol sem compromisso, numa quarta à noite, quando sua esposa, Marilda, anuncia que está indo pra Brasília, ocupar um cargo em um dos ministérios do governo Lula. Moa, não tão esperto, mas nem tão bobão, logo descobre que está sendo traído pelo próprio chefe. Pra piorar a situação, a filha decide mudar-se com a mãe depois de flagrá-lo nu enquanto assistia tranquilo a um filme pornô. Tudo sempre pode piorar. Moacir é acusado de assédio sexual pela estagiária e é o principal suspeito do assassinato de seu sócio. Mais imóvel do que nunca, é atrás das grades que o anti herói vai contar com a ajuda de Neco, advogado de porta-de-cadeia que vai fazer só o que for possível para ajudá-lo.


 Doidas e Santas

Martha Medeiros
L&pm
Literatura Nacional/ Contos e Crônicas

Doidas e Santas reúne cem crônicas que falam direto ao coração de suas leitoras e seus leitores. Nelas, Martha expõe os anseios de sua geração e de sua época, tornando-se uma das vozes mais importantes entre as recentemente surgidas no cenário nacional. As alegrias e as desilusões, os dramas e as delícias da vida adulta, as neuroses da vida urbana, o prazer que se esconde no dia-a-dia, o poder transformador do afeto, os mistérios da maternidade, enfim, o cotidiano de cada um de nós tornou-se o principal tema da autora. Como toda grande artista, ela consuma o sortilégio da literatura: traduzir e expressar o que vai na alma de sua enorme legião de admiradores.
 Amrik
Ana Miranda
Companhia das Letras
Literatura Nacional/ Romance

No final do século XIX, muitos cristãos libaneses pobres emigraram para a América - Amrik, em libanês. Mas nada era simples. ´Os libaneses saíam do Líbano, pensavam que estavam indo para a América do Norte [...] e desembarcavam na América do Sul. Quando iam reclamar que estavam na América errada, o estafeta dizia: ´Tudo é América!´ ´ A São Paulo do final do século passado retratada pelos olhos de uma dessas imigrantes - a bela Amina, dançarina ´dona de um narizinho de serpent of the Nile´ -, na prosa de uma de nossas mais talentosas escritoras.

23 de mai. de 2011

Capa Contracapa #1

                   Quem nunca comprou ou passou a se interessar por um livro pela capa? Ela é, normalemte, a primeira parte do livro com a qual temos contato, e por isso muitas vezes somos atraidos por elas. Entretanto uma boa capa não significa que o conteudo do livro seja bom. Aposto que você ja comprou ou pegou um livro para ler pelo simples fato da capa ter te seduzido e o livro se revelou um tamto ruim.
                   Hoje o Infinitas Palavras começa um novo projeto, o "Capa Contrapa". O intuito desse projeto é descobrir novos livros apartir da capa, afinal, essa pode ser uma nova maneira de descobrir novas e prazerosa leitura.


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Tóquio Ano Zero

David Peace
Planeta do Brasil
Literatura Estrangeira/ Romance

Um ano após a rendição, Tóquio jaz destruída e sangrando aos pés dos vitoriosos americanos. Entre os sobreviventes do Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio, o pânico se espalha. Vivendo sob a ameaça de uma segunda leva de exonerações de funcionários e investigadores, com suas identidades alteradas e nomes falsos, eles percebem que não podem confiar em ninguém, muito menos uns nos outros. Enquanto isso, outra guerra irrompe, entre os diversos grupos étnicos que disputam o controle dos mercados negros da cidade. Neste contexto histórico, 'Tóquio Ano Zero' começa com a descoberta dos corpos de duas mulheres jovens no Parque Shiba. Contra sua vontade, o detetive Minami é encarregado da investigação do caso, e quanto mais fundo mergulha nesses complexos e horríveis assassinatos, mais ele compreende que seu próprio passado e seus próprios segredos estão indelevelmente ligados aos das mulheres mortas e seu assassino.



Mar de Papoulas

Objetiva
Amitav Ghosh
Literatura Estrangeira/ Romance

Mar de papoulas é a obra mais importante de Amitav Ghosh. Finalista do Booker Prize, foi selecionado como um dos melhores livros do ano pelos jornais Washington Post, Economist e San Francisco Chronicle.
É um romance épico, cujo pano de fundo são as guerras do ópio na China e no Extremo Oriente no século XIX. Ele narra a jornada do navio Ibis, uma embarcação inglesa que se envolve no perigoso comércio do ópio com a China, e sua inusitada tripulação, formada por oficiais ingleses, um americano mestiço, escravos libertos, fugitivos e condenados — cada qual com suas ambições e seus dramas pessoais. Ghosh descreve desde as dificuldades dos plantadores de papoula na Índia — com sua tradição e seus amores proibidos — até as lutas e os desejos dos inusitados tripulantes do Íbis.
Mar de Papoulas transporta o leitor a uma aventura histórica de grandes proporções, digna dos clássicos da literatura no século XIX. Primeiro livro de uma trilogia, é uma obra grandiosa, de personagens cativantes.


As Variações Bradshaw

Rachal Cusk
Companhia das Letras
Literatura Estrangeira/ Romance

Com quase quarenta anos e pais de uma filha de oito, Thomas Bradshaw e sua mulher, Tonie, têm uma vida estável nos arredores de Londres. No entanto, quando Tonie é chamada a trocar as aulas de literatura em tempo parcial pelo cargo de chefe do departamento de inglês na universidade, abandona a zona de conforto do trabalho entremeado à vida doméstica e avança com curiosidade por seu novo universo solidamente regulado. Movido por curiosidade simetricamente oposta, Thomas abdica de seu próprio emprego e assume o antigo lugar de Tonie, cuidando dos afazeres domésticos e estudando piano, à procura de resposta para a pergunta: “O que é a arte?”.
O leitor terá diante de si um ano na vida dos Bradshaw, flagrados em cenas do cotidiano em que não raro despontam o sinistro e o grotesco. Como um romance sem herói ou música que se faz no diálogo entre as partes executadas por seções diferentes de uma orquestra, a família se desdobra também pelos olhares de parentes e até da sublocatária imigrante, testemunhas da estranheza desse casal que decide conduzir uma nova experiência.
Como uma boa faxina na casa ou uma sinfonia, que podem trazer seu próprio momento de iluminação, um dos acidentes da vida que fará que a resposta às perguntas do casal surja onde não era esperada.

4 de fev. de 2011

Budapeste

Chico Buarque
Companhia das Letras
Literatura Nacional/ Romance
176 páginas

Ao concluir a autobiografia romanceada 'O ginógrafo', a pedido de um bizarro executivo alemão que fez carreira no Rio de Janeiro, José Costa, um ghost-writer de talento fora do comum, se vê diante de um impasse criativo e existencial. Escriba exímio, 'gênio', nas palavras do sócio, que o explora na 'agência cultural' que dividem em Copacabana, Costa, meio sem querer, de mera escrita sob encomenda passa a praticar 'alta literatura'. Também meio sem querer, vai parar em Budapeste, onde buscará a redenção no idioma húngaro, 'segundo as más línguas, a única língua que o diabo respeita'. Narrado em primeira pessoa, combinando alta densidade narrativa com um senso de humor muito particular, 'Budapeste' é a história de um homem exaurido por seu próprio talento, que se vê emparedado entre duas cidades, duas mulheres, dois livros, duas línguas e uma série de outros pares simétricos que conferem ao texto o caráter de espelhamento que permeia todo o romance. 

   O livro conta a historia do ghost-writer José Costa, um homem dividido em varas paixões, que após escrever a biografia de um exótico e estranho alemão intitulada “O Ginógrafo” entra em crise.
   Eu esperava mais de um livro escrito por Chico Buarque. O livro é muito chato, e durante a leitura eu não parava de pensar em porque cada parágrafo tinha que ocupar três páginas.
   Em maioria eu achei as personagens pouco cativantes, a única que me chamou a atenção foi Kriska, apesar de não ter conseguido absorver muito bem as informação sobre ela alem do fato que ela é húngara, tem um filho e é alguma coisa da academia de letras (ao menos acho que é). José Costa, ou melhor, Zsoze Kósta (é assim que Kriska e o resto da população húngara passa a chamar José) é muito passivo, isso me irritou um pouco, ele só se torna um personagem de verdade quando fica com raiva, e isso dura apenas alguns segundos, porem, ele assim como eu, se apaixonou por um língua e refletiu essa paixão em uma pessoa, por isso ele ganhou alguns pontos na avaliação final. rsrs.
   Bem, logo após de ler o livro eu descobri que havia um filme inspirado na obra, então eu procurei o filme e o assisti pensando “Acho que vendo eu vou entender melhor”, e não foi o que aconteceu. O filme deu muita ênfase a cenas de sexo, que sim, existem no livro, mais no filme elas pareceram meio fora de contesto e exploradas alem da conta. O filme, assim como o livro também teve ótimas partes, como a que José conhece Kriska. Tanto o livro como o filme me pareceram chatos na maior parte, era como se não fosse o José que contasse a historia, mais sim outra pessoa, e talvez isso tenha sido proposital devido ao final do livro.

Para ler um trecho do livro clique aqui

3/5

30 de set. de 2010

A Rainha do Castelo de Ar

A Rainha do Castelo de Ar

Autor: Stieg Larsson

Editora: Companhia das Letras

Categoria: Literatura Estrangeira/ Policial

Sinopse: Neste terceiro e último volume da série, Lisbeth Salander se recupera, num hospital, de ferimentos que quase lhe tiraram a vida, enquanto Mikael Blomkvist procura conduzir uma investigação paralela que prove a inocência de sua amiga, acusada de vários crimes. Mas a jovem não fica parada, e muito mais do que uma chance para defender-se, ela quer uma oportunidade para dar o troco. E agora conta com excelentes aliados. Além de Mikael, jornalista investigativo que já desbaratou esquemas fraudulentos e solucionou crimes escabrosos, no mesmo front estão Annika Giannini, advogada especializada em defender mulheres vítimas de violência, e o inspetor Jan Bublanski, que segue sua própria linha investigativa, na contramão da promotoria.
Com a ajuda deles, Lisbeth está muito perto de desmantelar um plano sórdido que durante anos se articulou nos subterrâneos do Estado sueco, um complô em cujo centro está um perigoso espião russo que ela já tentou matar. Duas vezes.

Resenha: O que eu posso falar sobre “A Rainha do Castelo de Ar”? Bem, é um livro espetacular, sem sombra de dúvida, porém foi o livro mais fraco da trilogia, ao menos na minha opinião, talvez eu tenha achado isso por esse livro ser justamente ser o “fim”, não existe mais nenhum meio de saber o que acontece com Lisbeth, Mikael, ou até mesmo Erika, não há mais um meio de acompanhar suas vidas.
     O livro me decepcionou só um pouquinho, eu realmente queria caber o que aconteceu com a Camilla, eu achei que com o final do livro isso ia ser revelado, e isso me deixou cheia de expectativas, e infelizmente elas não foram atendidas. Mas tirando isso, o livro não me desapontou em mais nada, os calhordas da história tiveram finais adequados, porém um tanto bonzinhos.
     Depois de ler “A Rainha do Castelo de Ar”, e principalmente depois de ler a trilogia Millennium, eu comecei a pensar várias coisas, principalmente sobre os crimes de violência, mais especificamente de violência contra a mulher. Mesmo não querendo você é meio que obrigado a pensar nisso depois de ler os livros. Quantas mulheres já não sofreram algum tipo de violência? Quantas não denunciam seus agressores?  Quantas não morrem?
     Antes da trilogia eu tentava negar essa realidade, ‘Ah, que isso, o vizinho não bateu na mulher dele, ela apenas caiu da escada!’ ou ‘Nossa, a vizinha da frente está com um corte supercílio, o rosto dela também está inchado, o que será que aconteceu?!’, esse tipo de pensamento era o que eu sempre tinha, não via as coisas como elas eram. E depois de ver o que aconteceu com tantas mulheres em três livros ficou meio impossível negar, porem, veio à vontade de encarar a realidade, e enfrentar ela.

Nota: 4/5

22 de set. de 2010

A Menina que Brincava com Fogo

A Menina que Brincava com Fogo

Autor: Stieg Larsson

Editora: Companhia das Letras

Categoria: Literatura Estrangeira/ Policial

Sinopse: "Não há inocentes. Apenas diferentes graus de responsabilidade", raciocina Lisbeth Salander, protagonista de "A Menina que Brincava com Fogo", de Stieg Larsson. O autor - um jornalista sueco especializado em desmascarar organizações de extrema direita em seu país - morreu sem presenciar o sucesso de sua premiada saga policial, que já vendeu mais de 10 milhões de exemplares no mundo.
Nada é o que parece ser nas histórias de Larsson. A própria Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo, que sabe atacar com precisão quando se vê acuada. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam os cometidos por repórteres sensacionalistas, sejam os praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi mor-to a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados: um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes - um Colt 45 Magnum - não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo. Mas ele também sabe que precisa encontrá-la o mais rapidamente possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis - e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados.
"A Menina que Brincava com Fogo" segue as regras clássicas dos melhores thrillers, aplicando-as a elementos contemporâneos, como as novas tecnologias e os ícones da cultura pop. O resultado é um romance ao mesmo tempo movimentado e sangrento, intrigante e impossível de ser deixado de lado.

Resenha:  “A menina que brincava com fogo” é um livro surpreendente. Assim como “Os homes que não amavam as mulheres”, o segundo livro da trilogia Millennieum é bem escrito, coerente e fascina o leitor da primeira a ultima pagina, deixando aquele famoso gostinho de quero mais.
        Dessa vez Larsson Stieg nos mostra o mundo sórdido, cheio de crimes e conspirações do trafico e prostituição de mulheres.
        Eu achei o livro fantástico, a leitura foi excepcional! Eu simplesmente devorei o livro! “A menina que brincava com fogo” mostra principalmente a historia da Lisbeth, seu passado horrível. Literalmente.
       Outro ponto forte são os novos personagens apresentados, a sensação é de que eles sempre estiveram na historia da Lisbeth e do Mikael, não parece que eles foram introduzidos apenas no segundo livros. Eles adicionaram um ‘quê’ a mais no enredo, na verdade o livro não seria a mesma coisa sem eles.
      Simplesmente leia.  “A menina que brincava com fogo” vai te surpreender em uma historia regada a um coquetel Molotov.

Nota: 5/5

15 de set. de 2010

Os Homens que Não Amavam as Mulheres

Os Homens que Não Amavam as Mulheres


Autor: Stieg Larsson

Editora: Companhia das Letras

Categoria: Literatura Estrangeira/ Policial

Sinopse: "Os Homens que não Amavam as Mulheres" é um enigma a portas fechadas - passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada - o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada.
   Quase quarenta anos depois o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mas as inquirições de Mikael não são bem-vindas pela família Vanger. Muitos querem vê-lo pelas costas. Ou mesmo morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados - de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois... até um momento presente, desconfortavelmente presente.
     
   Resenha: A primeira coisa que eu posso falar sobre “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” é: ESSE LIVRO É ABSURDAMENTE INCRIVEL!
   O livro é super bem escrito, o texto é coerente, as idéias e os fatos são apresentados de uma maneira extraordinária, às vezes parecia que eu não estava lendo de tão envolvente que o livro é. Os personagens me cativaram de uma maneira muito eficiente, numa hora eu estava com dó do Mikael Blomkvist, e em outra eu estava morrendo de ódio pelo Martin Vanger.
   O mistério apresentado no livro é... Não tenho nem palavras para descrever. Eu sempre achava que sabia o que tinha acontecido com Harriet Vanger, e a todo instante eu mudava de opinião, para mim foi praticamente impossível descobrir o que tinha acontecido, e só fui descobrir quando já era tarde de mais...
   Eu me identifiquei bastante com a ‘heroína’ Lisbeth Salander, ela é enigmática, é impossível saber o passado dela, além do, mas ela é incrível!
   Bem, há algumas coisas que eu achei que deveriam ter sido mais exploradas, como o relacionamento entre o Mikael e Lisbeth.
   “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” é um livro com cenas fortes, então esteja preparado, e fique com a minha recomendação: LEIA!